Na época, um especialista do exército norte-americano, Scott Borg, comentou que um vírus poderia ser criado para "travar ou danificar os controles de usinas nucleares" e que "um pen drive infectado seria suficiente". Coincidência ou não, este foi o mesmo esquema de ataque usado pelo Stuxnet.
Agora, na última terça-feira (18/10), pesquisadores de segurança da Symantec, acreditam que os criadores do Stuxnet criaram um novo software malicioso com um novo formato e nome para realizar ataques. Foram encontrados, na Europa, códigos escritos por programadores que possuem acesso ao Stuxnet original. A nova praga é chamado de Duqu e pode ser utilizada para roubar informações digitais para outro ataque parecido com o ocorrido no Irã. O software foi projetado para ficar até 36 dias no sistema.
"O objetivo do Duqu é conseguir dados de entidades e órgãos de inteligência como, desenvolvedores de sistemas e de softwares de controle industrial, para que eles possam realizar um futuro ataque de forma mais prática", explica um dos pesquisadores da Symantec. "Neste momento, eles estão à procura de informações relevantes como documentos de projetos que poderiam ajudar um futuro ataque em uma instalação de controle industrial", conclui.
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